domingo, 7 de setembro de 2014

Sete de Setembro - Independência do que?


 




Existe uma máxima que escuto desde os tempos de colegial que o Brasil foi liberto das “garras” de Portugal, conquistando assim a sua independência...
Hoje, adulto, convivendo num cenário melancólico de submissão, conformismo e escravidão, tanto na vida física, quanto na espiritual, chego à conclusão que nada mudou daquela época para cá... Estamos num círculo vicioso!!!

Promessas de campanhas lançadas sempre com os mesmos pretextos e, em contrapartida, cidadãos comuns se submetendo a migalhas e se corrompendo por um prato de lentilha (analogia). 
Não estou querendo fazer um discurso religioso (até porque abomino religião), mas, como sempre cito em alguns comentários: “se a solução estivesse apenas na força do homem, já estaríamos vivendo num paraíso aqui na Terra”.
 
Não existe um modelo de Sociedade Perfeita para os homens sem a presença do seu Criador!!!

Grandes homens e pensadores tentaram esta “proeza”, tais como: Thomas More (Utopia), Platão (A República) e Karl Marx (Manifesto Comunista), porém, todos estes sistemas de colonização tinham algo em comum que chega a ser redundante conhecendo a essência humana: favoreciam seus interesses e dos seus!
Pensamento meu que o homem evoluiu tecnologicamente, mas, na sua essência, continuam cometendo os mesmos erros primários dos nossos ancestrais... Se o homem fosse capaz de conseguir isso pela própria força, certa doutrina teria razão e, por fim, a bíblia já estaria obsoleta! Não se iludam... Sem DEUS não existe liberdade! Não me refiro a alienação religiosa, mas, a liberdade de se fazer servo-livre (parece um paradoxo mas totalmente aceito no mundo espiritual) do Kyrios (Senhor de nossas vidas) e confiar que ELE sempre terá uma resposta confiável, imparcial, perfeita e desprovida de interesses...Feliz é a Nação cujo Deus é o Senhor (Salmos.33, 12).
A liberdade começa na alma, ego ou mente (psique) para depois externar e praticar entre os seus... Não se muda uma cultura da noite para o dia... Precisamos hoje ter e assumir uma mudança de comportamento, um pacto com os verdadeiros valores cristãos, caso contrário seremos como aquela geração que Deus libertou da tirania do faraó mas que passou 40 anos (tempo médio para mudança de tradições pagãs) andando em círculo (vicioso) por não dar ouvidos ao Seu Criador. Façamos isso e num futuro próximo colheremos o que Deus sempre desejou para os seus: O MELHOR DESTA TERRA!

Independência? Só com uma vida voltada para Jesus! Para Jesus e não ídolos (quer sejam homens; quer sejam demônios) e falsos deuses!

Eu sou o Senhor; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura (Isaías 42:8).

Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar e orar, buscar a minha face e se afastar dos seus maus caminhos, dos céus o ouvirei, perdoarei o seu pecado e curarei a sua terra (2. Crônicas. 7, 14).

Bom dia!


Sérg10 Gomes

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Cristo, superior aos anjos!




Hebreus 1.4-14; 2.1-3 4 – Feito tanto mais excelente do que os anjos, quanto herdou mais excelente nome do que eles. 5 – Porque a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, e ele me será por Filho? 6 – E, quando outra vez introduz no mundo o Primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem. 7 – E, quanto aos anjos, diz: O que de seus anjos faz ventos e de seus ministros, labareda de fogo. 8 – Mas, do Filho, diz: Ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do teu reino. 9 – Amaste a justiça e aborreceste a iniquidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu como óleo da alegria, mais do que a teus companheiros. 10 – E: Tu, Senhor, no princípio, fundaste a terra, e os céus são obras de tuas mãos; 11 – eles perecerão, mas tu permanecerás; e todos eles, como roupa, envelhecerão, 12 – e, como um manto, os enrolarás, e, como uma veste, se mudarão; mas tu és o mesmo, e os teus anos não acabarão. 13 – E a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha destra, até que ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés? 14 – Não são, porventura, todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação?
Hebreus 2.1-3 1 – Portanto, convém-nos atentar, com mais diligencia, para as coisas que já temos ouvido, para que, em tempo algum, nos desviemos delas. 2 – Porque, se a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda transgressão e desobediência recebeu a justa retribuição, 3 – como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, foi-nos, depois, confirmada pelos que a ouviram”.
INTRODUÇÃO: Na Antiga Aliança, os anjos eram muito considerados. Na epístola aos Hebreus, o escritor ressalta, de modo enfático, a superioridade de Cristo em relação aos seres angelicais e, ao mesmo tempo, afirma que Ele, ao se encarnar, fez-se “um pouco menor que os anjos” (Hb 2.9). Nesta lição, estudaremos alguns aspectos importantes dessa superioridade, entendendo esse paradoxo numa análise exegética simples.

I. MAIS EXCELENTE EM SUA NATUREZA E NO SEU NOME
1. Os anjos na Bíblia. Os anjos tiveram papel muito importante entre o povo de Deus no Antigo Testamento. (Ver Gn 19.1,15; 28.12; Êx 3.2; 23.20; Sl 103.20). No Novo, não foi diferente. Um anjo apareceu a José, revelando o nascimento sobrenatural de Jesus (Mt 1.20); um anjo removeu a pedra do sepulcro de Jesus, após sua ressurreição (Mt 28.2). Hoje, há uma verdadeira idolatria em torno desses seres celestiais. A Bíblia adverte: “Ninguém vos domine a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos” (Cl 2.18).
Outras referências demonstram claramente a ação dos anjos, não só em favor de Israel, mas de todos os servos de Deus, em todo o mundo (cf. Sl 34.7).
2. A natureza dos anjos (vv. 7.14). O texto bíblico nos revela alguns aspectos relativos à natureza dos anjos. No v. 7, lemos que Deus “de seus anjos faz ventos, e de seus ministros labaredas de fogo”. É uma citação de Salmos 104.4. Eles são ministros usados por Deus segundo a sua vontade, submissos a cada convocação sua, portanto, ficam muito aquém da natureza e das funções do Filho de Deus. Por maiores que sejam os anjos, em comparação com Cristo são apenas bafos de ventos e fagulhas de fogo. Eles são criaturas. Jesus é Criador, inclusive dos anjos (ver Jo 1.3). No v. 14, os anjos são chamados “espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação”.

II. A SUPERIORIDADE DE JESUS EM RELAÇÃO AOS ANJOS
1. Declarado Filho de Deus, gerado pelo Pai. No v.5, o escritor indaga: “a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei por Pai, e ele me será por Filho?”. Estas perguntas trazem em seu bojo a afirmativa de que Cristo é superior aos anjos, por ter sido gerado pelo Pai. Ver também Rm 1.4. O escritor sacro reporta-se a Salmos 7.2, que diz: “Recitarei o decreto: O SENHOR me disse: Tu és meu Filho; eu hoje te gerei”. Essa questão é realmente difícil de entender. Sendo Deus, em que sentido Jesus poderia ser gerado? A resposta está no grandioso milagre e ministério da sua encarnação, incompreensível à mente humana, que só entende um pouco das coisas terrenas.
2. O Filho pela ressurreição. O escritor Lucas, no Livro de Atos, declara: “E nós vos anunciamos que a promessa que foi feita aos pais, Deus a cumpriu a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: Meu filho és tu; hoje te gerei” (At 13.32-33). Sem ter deixado jamais de ser Deus, Jesus foi apresentado ao mundo publicamente, como Filho de Deus, na ressurreição. Veja o que Paulo diz: “Declarado Filho de Deus em poder, segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos – Jesus Cristo, nosso Senhor” (Rm 1.4). De fato, se Jesus tivesse feito milagres, mas não houvesse ressuscitado, ninguém poderia crer que fosse o divino Filho de Deus (Ver Mt 3.17; 17.5; Rm 1.4). Seria como Buda, Maomé, Chrisna, etc.
3. O Filho deve ser adorado pelos anjos (v. 6). “E quando outra vez introduz no mundo o primogênito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem”; “...por isso lhe darei o lugar de primogênito; fá-lo-ei mais elevado do que os reis da terra” (Sl 89.26, 27).
4. Jesus está à direita de Deus (v. 13). Esta é a posição de honra, dada somente a Cristo, e a ninguém mais: “E a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha destra até que ponha a teus inimigos por escabelo de teus pés?”. Estevão, quando estava sendo martirizado, contemplou Jesus à direita de Deus (cf. At 7.55).
5. Jesus é Rei, Messias e Criador. No v. 8, lemos: “Mas do Filho diz: ó Deus, o teu trono subsiste pelos séculos dos séculos, cetro de equidade é o cetro do teu reino”. Aqui o Filho é chamado Deus, como de fato Ele o é, além de ser também Rei, cujo cetro (símbolo da autoridade real) é de retidão. Os anjos não têm poder de reino ou soberania. Nos vv. 9-12, vemos que Jesus é apresentado como o Ungido, o Messias, e, ao mesmo tempo, como Aquele de quem a terra e “os céus são obra” de suas mãos. O v. 13 prossegue exaltando a superioridade de Cristo como o vencedor, pondo seus inimigos debaixo de seus pés.

III. A GRANDE SALVAÇÃO EM JESUS
1. Advertência contra o desvio (v. 1-3). Depois de apresentar o quadro da superioridade de Cristo em relação aos anjos, o escritor aos Hebreus é levado a advertir os destinatários da carta (e a nós, também), quanto “às coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos delas”
(v. 1). E explica que, se “a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda a transgressão e desobediência recebeu a justa retribuição”, indaga solenemente: “Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação...?” (v. 3). Esta salvação, trazida por Jesus Cristo, não foi efetivada por meras palavras, e sim, autenticada por Deus, por meio de “sinais e milagres, e várias maravilhas e dons do Espírito Santo...” (v. 4). Quem se desvia da sua fé em Cristo, corre o risco de perder-se para sempre (v. 3).
2. Jesus, homem, um pouco menor que os anjos (2.7-9). Esse é um aparente paradoxo encontrado na carta aos Hebreus, relacionado à encarnação de Cristo. “Vemos, porém, coroado de glória e de honra aquele Jesus que fora feito um pouco menor do que os anjos, por causa da paixão da morte, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos”. A dedução é simples, Jesus, feito homem, despojou-se voluntariamente de parte de seus atributos, e sujeitou-se a morrer, na cruz, para que “provasse a morte por todos”. Nessa condição, em sua natureza humana, tornou-se “um pouco menor que os anjos”. Se não fosse assim, a sua natureza divina não o permitiria morrer, pois Deus não morre.

IV. JESUS, O FIEL SUMO SACERDOTE (2.9-18)
1. Tudo existe em função dEle (v. 10a). Para Jesus são todas as coisas, visto que elas existem por Ele e para Ele (Cl 1.16). E assim é, para que Ele traga “os filhos à glória”, e, pelas aflições, se tornasse “o príncipe da salvação deles” (v. 10b). Os filhos, ou seja, os que o receberam, deu-lhes o poder (o direito) de serem feitos “filhos de Deus” (Jo 1.12), e são chamados por Cristo de “irmãos”
(v. 11). É sublime a declaração de Cristo, em relação aos que são salvos por Ele. No v. 13, Ele diz: “Eis-me aqui a mim, e aos filhos que Deus me deu”. Esses são livres do “império da morte, isto é, do Diabo” (v. 14), e da servidão (v. 15).
2. Em tudo, foi semelhante aos irmãos (v. 17). Para poder cumprir sua missão salvadora, Jesus, “em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens, e, achado na forma de homem, humilhou-se até à morte, e morte de cruz” (Fp 2.6-8). Assim, “feito um pouco menor que os anjos”, entregou-se a Deus para, como “fiel sumo sacerdote”, expiar os pecados do povo (v. 17).
3. Em tudo foi tentado (v. 18). Em sua condição humana, Jesus, o Filho do Homem, suportou a tentação, “para socorrer aos que são tentados”. Esta é uma afirmação consoladora para nós, os crentes, que durante a caminhada na Terra, somos acossados e ameaçados por várias tentações. Nosso Deus, Jesus, não foi em sua missão um deus alienado dos seus adoradores e fiéis, como prega o deísmo. Pelo contrário, Ele se colocou no meio dos pecadores e, como eles, foi tentado até à cruz para lhes dar vitória sobre as tentações. Na verdade, Ele, “como nós, em tudo foi tentado, mas sem pecado” (Hb 4.15). Glória a Deus, por isso!

A superioridade de cristo em relação aos anjos excede em muito a idéia distorcida, e difundida entre os incrédulos, de que os seres angelicais têm papel místico, a ponto de serem venerados ou mesmo adorados pelos adeptos das falsas doutrinas.


 Pr. Elias Ribas

terça-feira, 26 de agosto de 2014

O famigerado culto aos anjos nas igrejas evangélicas





O culto aos anjos tem se tornado uma tendência muito forte nas Igrejas evangélicas. No seio da Igreja primitiva essa adoração aos anjos tentou encontrar lugar, mais foi poderosamente combatida pelo apostolo Paulo. Alguns cristãos da Igreja primitiva acreditavam que podiam invocar os anjos para suas reuniões e que isso conseqüentemente traria a presença de Deus. Paulo exortou os crentes a não perderem tempo com essas praticas e abandonasse todo esse misticismo e invocasse o nome do Senhor Jesus.
"Ninguém vos domine a seu bel-prazer com pretexto de humildade e culto dos anjos, envolvendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão,"  (Colossenses 2 : 18).
A forte tendência de adoração aos anjos que se instala sorrateiramente no meio evangélico, pode começar a ser observado pela supervalorização do mesmo em nossas canções, em sua grande maioria aquelas denominadas de louvores de “fogo”.
“Desceu Miguel, e lá vem Gabriel, para tua benção entregar...”
“Olha o anjo ai, tocando em tua cabeça e curando a enfermidade...”
“Desceu um anjo de fogo com a espada na mão, ele veio te dizer que não precisa temer...”
“O nome do anjo que vejo na Igreja é  LABASSU-DE-ONDERÁR...”
“Vixe, começou o mistério do anjo que macha no tempo, em suas mãos a bandeja com o rolo para te entregar...”
Essas são apenas algumas frases dentre as milhares de milhares que permeiam os nossos chamados “hinos de fogo”. Acho incrível e ao mesmo tempo aterrorizante a forma como muitos cristãos, e incluo aqui muitos obreiros e pastores, alguns deles renomados; fazem uma enorme apologia ao culto a anjos em suas Igrejas e congregações. Parece-me que a falta de conhecimento da tão linda doutrina dos anjos levam muitos cristão a uma adoração equivocadas aos mesmos. Muitos inconscientemente dão aos anjos, onipresença, onisciência, onipotência e nem ao menos se dão conta do que estão fazendo. Outros de maneira descarada e proposital fazem cultos a anjos e incentivam seus ouvintes a fazerem o mesmo. O Assustador é que não me refiro aqui a seitas orientais, mais aquilo que resolvi denominar a pouco mais de cinco anos de “Seitas Evangélicas”.
Minhas palavras podem está chegando agora de forma assustadora a sua mente, mais se você resolver prosseguir a leitura desse artigo acredito que você entenderá que meu raciocínio é coerente. Não é realmente incrível e visivelmente assustador constatar que a adoração, louvor, devoção e respeito aos anjos são muitas vezes mais fortes em nossos cultos do que a adoração, louvor, devoção e respeito que dedicamos ao Senhor Jesus. Vou admitir aqui que a maioria dos cristãos que são levados a cultuar a anjos, o fazem por falta de conhecimento bíblico e muitas vezes de forma inconsciente, eles apenas acompanham as tendências do momento gospel. Já estive em grandes catedrais com milhares de pessoas e em pequenas congregações do interior e a reação das pessoas ao impressionante e curioso assunto dos anjos é a mesma.
Os pastores iniciam suas reuniões com louvores a Deus e afirmam em suas congregações que o Senhor Jesus prometeu que está conosco.
"...e eis que eu estou convosco todos os dias, até a consumação dos séculos. Amém."  (Mateus 28 : 20)
"Porque, onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles."  (Mateus 18 : 20)
Essa é uma verdade muito poderosa e especial. A maioria dos pastores e lideres concordariam comigo em dizer que tristemente muitos já se acostumaram com esses versículos e em muitos corações ele deixou de ser verdade e se transformou em um mero jargão em ouvidos incrédulos. No entanto nessas reuniões que participei e tenho participado, as mesmas pessoas que não expressaram nenhuma alegria e adoração diante da afirmação bíblica e solene de que Jesus está no culto, em nosso meio e recebendo a adoração que lhe é dada, e que através do seu Santo Espírito está nos tocando e nos fazendo sentir sua presença e seu poder, gritam, saltam e sapateiam interminavelmente ao ouvir alguém dizer:
“Eu estou vendo um anjo andando em nosso meio!”
“Sinto um anjo de fogo espalhando brasas no meio da igreja!”
“Desceu o anjo do mistério...”
“Acabou de chegar o anjo da cura!”
“Desceu Miguel e lá vem Gabriel...”
Quando essas frases são ditas ou usadas propositalmente por alguém que está buscando “movimentar” a Igreja, através de suas revelações místicas, imediatamente uma explosão de línguas estranhas é disparada e acompanhadas de muitas outras manifestações. A reação à presença de um suposto anjo que está ali se movendo no meio do povo é recebida com mais fervor do que a informação sobre a promessa da presença certa e confiável do Senhor Jesus. Precisamos despertar do sono que obscureceu nosso entendimento em relação às coisas espirituais.
Os anjos não são Onipotentes.
Eles cumprem as ordens de Deus e recebem capacitação de Deus para completar essas ordens e cumprir seu oficio diante de Deus. Não adianta acreditar que existem anjos “Todo Poderosos” porque eles não existem. Os anjos são seres poderosos, porque foram dotados de poder para realizarem suas tarefas diante de Deus e da Igreja. Eles são seres criados por Deus e não auto existentes, sendo assim totalmente dependentes de Deus. Sua força, poder e autoridade são lhes dada pelo Altíssimo.
Os anjos não são Oniscientes.
Nenhum anjo pode está em dois lugares ao mesmo tempo. Eles se movem em uma velocidade inimaginável. Se movimentam como raio ou como o vento, mas, o mesmo anjo nunca pode está no céu e na terra ao mesmo tempo, e assim também não pode o mesmo anjo está em um culto no Brasil e no Japão ao mesmo tempo.
Pense um pouco comigo: é bem notório que o cristão do mundo inteiro tem uma paixão ou admiração tremenda por pelo menos dois anjos para os quais a Bíblia revelou seus nomes. O anjo Gabriel e o Arcanjo Miguel. Não posso contar a quantidade de vezes em que ouço em culto e reuniões de oração o nome desses anjos serem citados. Não tenho como contar as milhares de vezes que em meus mais de vinte anos de novo nascimento em cristo Jesus, já ouvi a presença desses anjos serem reivindicadas por cristão do Brasil e do mundo inteiro. Lideres, pastores e alguns deles bem famosos dizem ter Gabriel ou Miguel como sua guarda pessoal e ao se depararem com pessoas possessas por espíritos imundos exigem que Miguel, ou Gabriel segurem aquele demônio durante seus intermináveis interrogatórios onde procuram descobrir a razão pelo qual aquele demônio habita aquela pessoa. Sem falar que toda a multidão está atônita olhando a luta entre o anjo e os demônios.
Espero que você não fique frustrado ao saber que o arcanjo Miguel e o anjo Gabriel não vem lhe atender toda vez que você os chama. Esses dois anjos têm ofícios especiais diante de Deus.
O Arcanjo Miguel
Miguel não vira toda vez que um crente chamar seu nome ou faça uma oração lhe invocando, isso porque ele não é onipresente e além do mais esse não é seu oficio. O lindo e poderoso oficio de Miguel segundo as escrituras é observar e proteger a nação de Israel. Ele é chamado de “o grande príncipe que protege os filhos de Israel”. O ministério desse arcanjo esta ligado a nação de Israel e não o de acompanhar alguns homens poderosos para segurar os pés e as mãos dos demônios enquanto esses lideres exibem seu show. A despeito de sua autoridade e poder concedidos por Deus, ele é visto como aquele que se subordina ao Senhor, e no final ele julgará a Satanás. (Apocalipses 12:07). Daniel 10:13;21/12,01.
“E NAQUELE tempo se levantará Miguel, o grande príncipe, que se levanta a favor dos filhos do teu povo, e haverá um tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas naquele tempo livrar-se-á o teu povo, todo aquele que for achado escrito no livro.”
O Anjo Gabriel. 
Da mesma forma que Miguel, o anjo Gabriel têm seu oficio diante de Deus. Esse poderoso mensageiro celestial foi enviando por Deus para falar com Daniel, Zacarias e Maria. (Dn 8:16 / 9:21 / Lc 1:19,26). A própria literatura Judaica sempre descreve Gabriel como vemos nas escrituras, como um mensageiro especial de Deus que assisti diante dele para servi-lo em amor.
Não entenda mal, existem milhares de anjos trabalhando ao seu favor agora mesmo; E ainda que você não saiba os seus nomes, eles são tão eficazes quanto Miguel e Gabriel.
Quando eu tinha poucas semanas de crente, fui levado por um parente bem próximo para um culto na Igreja que ele frequentava. O pastor daquela Igreja era, segundo meu parente, um especialista em expulsar demônios. Quando chegamos à Igreja já havia alguém de joelho no altar, totalmente possesso por um espirito demoníaco. O meu parente me olhou e disse: “Eu não falei? Já tem gente endemoniado ali no altar!”
Eu achei todo aquele movimento realmente fascinante! O desconhecido nos atrai! O pastor que ministrava sobre a pessoa perturbada por espíritos malignos, ordenava que o próprio arcanjo Miguel descesse do céu, para segurar as mãos e os pés do demônio, enquanto a “entrevista” com o diabo prosseguia. Foi nesse momento que uma oportunidade a qual eu considerei impar em minha nova vida cristã surgiu. O pastor com uma voz solene e cheia de autoridade nos perguntou: Quem aqui quer queimar esse demônio nessa noite?
A multidão inflamada gritava fervorosamente que queria. O pastor assegurou aos que ali estavam pelo menos duas coisas: a primeira era que com certeza era aquele demônio que ali estava que trazia todo tipo de pobreza e miséria para todos nós que ali estávamos e por isso era importante queimar aquele demônio no nome do Jesus o expulsando não apenas da pessoa que estava ali no altar mais também de nossa própria casa. De posse dessa informação eu fiquei cheio de “ira santa” contra aquele demônio, talvez porque eu e minha família passávamos por uma situação financeira muito difícil naquele momento. A segunda coisa é que ele se sentaria em sua cadeira no altar, e que as pessoas não precisavam se preocupar ou ter medo de se aproximar daquele demônio porque ele havia dado ordem ao arcanjo Miguel que segurasse os braços do demônio e ao anjo Gabriel que segurasse as pernas.
Novo convertido e com uma vontade tremenda de participar desse ato tão poderoso onde o próprio Miguel e Gabriel estavam tendo total participação. Mais que depressa corri para buscar um lugar na enorme fila que se formou. Enquanto eu estava na fila tive a triste noticia de que eu só poderia colocar minha mão na cabeça da pessoa possessa e queimar o demônio se eu desse uma certa soma em dinheiro, coisa que eu não possuía naquele momento. Sai frustrado por não ter feito parte daquela sessão de exorcismo com a participação de anjos tão ilustres.
Hoje ao me lembrar desse episodio não posso fazer outra coisa a não ser sorrir muito da minha ingenuidade espiritual na época. No entanto é triste perceber que aquele tipo de culto continua a crescer sorrateiramente entre nós.
Os Anjos Não Recebem Adoração.
Nenhum anjo de Deus recebe louvor, culto ou adoração. Eles sabem que toda honra, glória, louvor, e adoração pertencem a Deus. Eles são grandes adoradores mas, não recebem nenhuma espécie de devoção. Quando João Evangelista estava preso na Ilha de Patmos, um anjo foi envido por Deus para falar com ele. As grandiosas revelações dos acontecimentos futuros deixaram João maravilhado e humilhado diante de Deus, ele sente o desejo profundo de adorar e ao sentir esse desejo ele ver o poder e a gloria que cercava o anjo, João deslumbrado tenta reverencia-lo, e equivocadamente até mesmo adora-lo, mais veja o que o anjo lhe disse:
"E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia."  (Apocalipse 19 : 10)
Os Anjos Trabalham no Reino Espiritual em Favor da Igreja de Deus.  
O anjo se mostra como um servo dos servos. Ele é servo dos que servem ao cordeiro de Deus. Daqueles que têm e guardam o testemunho do Senhor Jesus.
Os anjos são espíritos ministradores, enviados para servir a favor daqueles que hão de herdar a salvação (Hebreus 1.14).
Eles protegem e livra sobre o comando de Deus, os que temem ao Senhor (Salmos 34.7; 91.11,12; Daniel 6.22); lutam talentosamente em favor dos selados pelo sangue de Jesus. “E por povos e nações em inenarráveis guerras que se travam ferozmente no mundo espiritual (Isaías 37.36;) eles realizam os decretos e juízos que saem da boca de Deus (Gênesis 19; Atos 12.23; Apocalipse 16)”.
Nada no céu é mais chamativo e misterioso do que o próprio criador. Acredito que nem mesmo os anjos que a milênios lhe cercam o conhecem por completo, afinal como seres finitos poderiam entender um ser infinito e de elevada sabedoria como nosso Deus. A ele seja dada toda gloria e devoção. Que os nossos cultos sejam racionais e de verdadeira adoração aquele que deu sua vida e seu sangue para nos lavar de nossos pecados. Que mesmo ao se encontrar com um anjo ou receber de um desses maravilhosos seres algo enviado por Deus, possamos dirigir toda a nossa atenção e adoração ao supremo ser que criou todos os exércitos dos céus.
Naquele que não da a sua glória a ninguém...


Postado por Oséas Pontes


domingo, 10 de agosto de 2014

PT - O fim da família no Brasil.


Estamos presenciando o fim da família no Brasil sob o braço do PT com apoio evangélico daqueles que comem na mesa de Jazabel, ou melhor, da senhora Dilma. Se por um lado, a auto intitulada “rainha dos baixinhos” conseguiu com o PT proibir que os pais castiguem fisicamente seus filhos na criação deles sob o pretexto de “proteger as crianças”: “Nem uma palmada. É o que Xuxa defende.”¹ O mesmo partido decreta que o SUS realize abortos em todo o país ao preço de R$ 443,00². Isso mesmo, eles querem proteger a criança, mas também querem mata-las antes de nascer. Não existe um projeto mais diabólico do que este.

Por que eu sou contra á Lei da Palmada?
O exemplo da Suécia, país pioneiro nessa lei “da palmada”, sofre hoje com uma geração de crianças mimadas.³ As crianças suecas mandam nos pais, exigem igualdade com os adultos, não possuem limites e nem freio. A juventude brasileira hoje é capaz de roubar, matar, incendiar pessoas vivas, desrespeitam os próprios pais, colocam o terror aos professores nas salas de aula, cultuam a violência. Se já estamos vivendo numa sociedade assim, o que dirá dessa mesma sociedade onde os pais não podem castigar seus filhos, nem discipliná-los, impor limites?

Não retires a disciplina da criança; pois se a fustigares com a vara, nem por isso morrerá. Provérbios 23:13
A vara e a repreensão dão sabedoria, mas a criança entregue a si mesma, envergonha a sua mãe. Provérbios 29:15

Alguns juristas já informaram: “Estas mudanças deixam clara a interferência do Estado dentro dos lares brasileiros e a diminuição da autonomia dos pais na educação de seus filhos, estabelecendo uma situação de insegurança que trará mais malefícios que benefícios às crianças supostamente protegidas pela Lei da Palmada.”(4) Daqui a pouco vão querer punir a Bíblia por que ela ensina a disciplinar as crianças. Eu mesmo apanhei de meus pais, e agradeço muito por isso, porque foram essas correções que me fizeram ser o homem que sou hoje. Não defendo espancamento, defendo o direito dos pais em disciplinar seus filhos.

Eu vejo aos poucos a família brasileira sendo atacada por todos os lados, e aqueles que se dizem protetores da família fazem acordos obscuros com a ditadura “PT” para ficarem calados! O prefeito de São Paulo aboliu o dia das mães das escolas públicas num gesto agressivo de quem não gosta da família tradicional (5). A senhora do mal “Marta Suplicy” há muito trabalha para destruir a célula mater da sociedade (6). A presidente Dilma disse em entrevista que era a favor do aborto, mas voltou atrás para ganhar a eleição. E agora, dá o troco oficializando o procedimento no SUS. E nós? Vamos ficar calados? Inertes? Assistindo de longe o PT destruir os valores já tão abalados da nossa sociedade?

A criminalidade já é alta em nosso país fruto de famílias desestruturadas. Jovens criados por famílias destruídas pelo álcool, drogas, traição, falta de amor e caráter. Eu vejo jovens sem perspectivas, de rumo, de conquistar um futuro melhor para si, não pensam em constituir família. Vivem para experimentar novas emoções, e por muitas vezes nasce um bebê que não tem nenhuma culpa e serão criados pelos avós, ou pela mãe solteira.
Como bem disse Reinaldo Azevedo: “Nessas horas, sei bem o que dizem: ‘Ah, lá estão os conservadores…’. Não se trata de conservadorismo ou de progressismo. Todo mundo sabe que boa parte das tragédias sociais e individuais tem origem em famílias desestruturadas.”

O PT não pode mais continuar no poder. Não podemos permitir que um partido cujos líderes formaram quadrilha para conspirar contra a democracia brasileira, um partido que já evidenciou suas intenções contra a família, um partido que oficializa o assassinato de crianças ainda no ventre, que engana o povo brasileiro com Copa do Mundo enquanto as estradas, hospitais e escolas caem aos pedaços continue no poder. Este partido fez muito pelo Brasil, mas agora se tornou inimigo do país, da democracia, da família e das crianças inocentes.

Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o povo geme. Provérbios 29:2

Pastor e cidadão brasileiro,
 Flávio Alves.


Postado por Flávio Alves

sábado, 9 de agosto de 2014

Sacerdócio Familiar




Deuteronômio 11.18-21
-Introdução: A tarefa de cuidar da vida espiritual da família foi confiada ao chefe da casa, devendo ser reproduzida por todos familiares. Durante a caminhada do povo de Deus no deserto, o exercício da fé era essencial para manter vivos os seus sonhos. Por isso foi estabelecida uma disciplina religiosa que proporcionasse esta espiritualidade em cada família.
Muitas pessoas querem que o pastor ou um líder religioso vá até sua casa para orar e abençoar esquecendo-se que também podem e devem fazer isso constantemente. Cada cristão é sacerdote em sua família.

Como ser sacerdote na família?
Vamos meditar em alguns aspectos ensinados no texto para exercer o sacerdócio em sua própria casa:

 1- COMUNHÃO: v.18ª “Ponde, pois, estas minhas palavras no vosso coração e na vossa alma”
Uma das funções do sacerdote é a intercessão (Hebreus 7.25). Orar pelo povo é a rotina de um sacerdote. Por isso, a vida devocional é imprescindível para o sacerdócio familiar. Para que a Palavra de Deus esteja em nosso coração e alma é preciso uma dedicação em vida de leitura da Palavra e oração. Isso é comunhão com Deus. Busque a presença de Deus em sua casa orando e meditando nas Escrituras. Faça de seu lar um lugar de louvor e bênção.
Para exercer o sacerdócio no lar não é apenas ‘fazer coisas’ como rituais. É preciso realmente ‘ser’ de maneira íntegra, alguém que vive com Deus. Se o seu coração e sua alma estiverem cheios da presença de Deus, logo isso será transmitido para sua família, “porque a boca fala do que está cheio o coração” (Lucas 6.45). Então se encha da Palavra de Deus até transbordar sobre seus familiares.
Ser Sacerdote da Família é viver em COMUNHÃO com Deus!
                              
2- DISCIPLINA: v.18b e 20“atai-as por sinal na vossa mão, para que estejam por frontal entre os olhos” “Escrevei-as nos umbrais de vossa casa e nas vossas portas”
O sacerdote do lar devia ter a Palavra de Deus de maneira visível até mesmo em sua própria mão para nunca esquecer. Como diz o ditado ‘o que não é visto não é lembrado’. Isso mostra a necessidade de uma disciplina e um cuidado para não deixar para amanhã o que deve ser feito agora. A Palavra de Deus diante da mão e dos olhos indicam que podemos orar a qualquer momento e nos umbrais das portas ensinam que ao entrar e sair de casa devemos estar em oração.
Se deixarmos para orar quando ‘der vontade’, corremos o grande risco de não fazer nada. Por isso é necessário muita determinação. Tome uma decisão de orar, ler a Palavra de Deus, cultuar de maneira disciplinada. Não deixe para orar com sua família ‘quando precisar’ e sim “orai sem cessar”(I Tessalonicenses 5.17). Escolha um dia e hora próprio para orar por sua família e com a família.
Ser Sacerdote da Família exige DISCIPLINA e determinação!

3- TESTEMUNHO: v.19 “Ensinai-as a vossos filhos, falando delas assentados em vossa casa, e andando pelo caminho, e deitando-vos, e levantando-vos”
Se o sacerdote da família tiver vida de oração e for disciplinado, mas não tiver testemunho de vida, tudo o que fizer será em vão, tornando-se um chato religioso (Tiago 1.22). Por isso o texto explica que o ensino deve acontecer durante todo o tempo da convivência familiar, tanto assentado, como andando e até deitado. Isso indica a necessidade de testemunho, pois se estiver falando uma coisa e fazendo outra é incoerente, então “falai de tal maneira e de tal maneira procedei” (Tiago 2.12).
No dia a dia da família é que se sabe quem é quem. O exemplo dentro de casa deve vir antes das palavras, para não dizer nas entrelinhas ‘faça o que eu mando e não o que eu faço’. Pregar o que não se vive é hipocrisia ou farisaísmo (Marcos 1.22).
Ser Sacerdote da Família é ser TESTEMUNHO de vida!

Seja sacerdote em sua casa!
-CONCLUSÃO: v.21 “para que se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos na terra que o SENHOR, sob juramento, prometeu dar a vossos pais, e sejam tão numerosos como os dias do céu acima da terra”
O resultado deste sacerdócio é ter uma vida familiar longa, diferente do que vemos nos últimos dias quando as famílias se desfazem em pouco tempo. Mas a promessa de Deus para quem cumpre este ensinamento é que “se multipliquem os vossos dias e os dias de vossos filhos”. Então não perca tempo e comece a ser um sacerdote ou sacerdotisa em seu lar.
Não espere que outra pessoa venha a fazer isso, você mesmo pode ser “sacerdócio real” (I Pedro 2.9). O sacerdote do lar deve ter vida de comunhãocom Deus em oração pela família, ser disciplinado no aprendizado e ensino da Palavra de Deus e principalmente dar testemunho de vida diante dos familiares.

Você é sacerdote de Deus em sua casa!


O CPB TE DESEJA UM ABENÇOADO DIA DOS PAIS